Adriane Galisteu dá recado sobre homofobia e questiona: "É preciso que eu desenhe?"



PAPO RETO E CLARO! Após o Lucas Souza ser alvo de ataques homofóbicos de Yuri e Cariúcha, que chamaram ele de "Chup4 P4u" e "P*tinha barata", respectivamente, a apresentadora Adriane Galisteu precisou passar um recado sério para todos os peões.

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"Hoje eu estou aqui diferente, porque tenho assunto sério. Quero dar um recado importante: nós já deixamos claro que se fosse necessário alertaríamos vocês sobre temas com assédio, racismo e homofobia. Chegou esse momento! Eu falo em nome da Record, da direção e em meu próprio nome. Na última madrugada, foram ditas frases a um peão com teor homofóbico. Independente da orientação sexual de alguém, isso é inaceitável. Não estamos alertando só porque estamos em rede nacional ou num jogo. É algo que devemos que levar pra vida, em casa e onde quer que seja. No mundo em que vivemos hoje, já passou da hora da homofobia ou qualquer outra LGBTfobia acabar de vez! Para que ela acabe de fato, só depende de todos nós. Não existe e nem pode existir mais espaço para esse comportamento. Muitas pessoas no Brasil e mundo sofrem todo tipo de humilhação, assédio e discriminação por essas questões. Que cada um de nós seja a força de transformação para que isso acabe de uma vez por todas! Isso vale para racismo, capacitismo, questões étnicas ou que for. Não preciso nem lembrar que é crime e a insistência pode levar à expulsão", disse a apresentadora aos peões.


Depois desse alerta, Galisteu reforçou, mais uma vez, no fim do programa após outras falas dos peões, que o recado que ela mandou foi sobre os termos proferidos ao Lucas durante a discussão

“Gente, é preciso que eu desenhe? Por favor, fiquem atentos que nós aqui também estamos e muito”.


E, TEVE MAIS: Galisteu revelou para Cariúcha que Rachel não comentou sobre o cuspe de Cariúcha ter doenças.

 

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